Servidores de Jesus

Grupo Espírita em Niterói-RJ

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O mundo novo

O mundo dará um salto quântico quando sua população abandonar o velho hábito alimentar vigente hoje. O canibalismo inconsciente traz terríveis consequências para o corpo e também para a alma. Reformar as gerações futuras para essa nova educação se faz mister em escolas e educandários da alma. Somos todos responsáveis pelo futuro do Planeta. Todos os habitantes merecem viver. Mais do que isso, precisam não ser exterminados e deixar de serem fabricados em massa, servindo a uma linha de produção que enriquece materialmente ao produtor e dementa severamente o consumidor distraído, que se vê quase obrigado a consumir sempre mais.

Quando a compaixão pelos irmãos animais ressoar na alma dos filhos da carne, eles se compadecerão de todo o resto. Quando o homem
verdadeiramente amar a Natureza tudo será belo e ele não mais conseguirá mover-se sem pensar no impacto gerado por essa movimentação.

Jesus nos recomendou que amássemos uns aos outros, mas fomos sempre selecionando a quem amar. Jesus recomendou que perdoássemos e que não julgássemos, mas a nossa atitude inclemente para com os animais é não perdoar sua condição de vulnerabilidade e submissão; e decidir que devemos nos utilizar deles de forma cruel e predatória é condená-los em um julgamento sem direito à defesa.

Toda a humanidade é englobada em um só coração. Precisamos
urgentemente aprender que o coração a pulsar nos bois e coelhos, cães e gatos e lindas cotovias é o mesmo que bate em nosso peito e anseia pela vida.

Vida em abundância é vida feliz, mas a felicidade sem pecha só pode
acontecer se não resultar do sofrimento de outrem, seja quem for.

O trabalho que vem sendo desenvolvido é de suma importância e de extrema beleza. O belo consiste em respeitar e admirar todas as formas de vida. Olhar-se no espelho e ver refletida a Terra inteira é ver o belo em nós.


Nossos votos são de consciências sendo despertadas mais e mais a cada dia para que no grande cântico da natureza possamos entoar em forma de música: Somos todos um com o Pai!

Um servo dedicado
04/06/19

A paz

O dia amanheceu em festa
Pela vida continuada
Não deve ser desperdiçada
Cada oportunidade desta

Talvez não se aperceba
De quão grandiosa é a vida
Pensando só nas feridas
Esquecendo tanta beleza

Através da eternidade
Por caminhos mui diversos
Vou escrevendo esses versos
Curando minha saudade

Hoje, com a mente sã
Tendo encontrado a luz da Doutrina
Minha paz se faz menina
Crescendo a cada manhã

Paz de Cristo
04/06/19

Trabalhar sempre

O trabalho no Grande Bem é tarefa constante e repositório incessante de bênçãos a quem, desinteressadamente, o pratica.

Comumente, temos a tendência de estratificar ou delimitar o serviço a
certas condições. Aceitamos a tarefa de forma condicional e estabelecemos
rígidos critérios particulares à sua execução: o horário, que não pode ser
antes ou após que tal ou qual, o tipo de tarefa, a quantidade de pessoas a
serem atendidas, as necessidades orgânicas, que postas em primeiro lugar, por vezes, interferem na qualidade do que se pretende realizar… Enfim, uma
série de pré-condições que afasta o trabalhador do trabalho a que fora
destinado. Isso, sem levar em conta o não ‘sentir-se preparado’ para atuar
na lavoura do Senhor.

No entanto, o chamamento é para o trabalho que não cessa, porque o mundo
está em constante movimento. A vida não para nunca e nós, como tripulantes
dessa nave, não podemos, igualmente, parar.

Talvez soe inglória a tarefa, talvez assuste a alguns, mas a ideia passa longe
disto. O chamado é para um despertar de consciências, para que pensemos,
cada um, o quanto conseguimos doar de nós em favor do próximo, sabendo
que próximo é todo aquele que não seja a nós próprios – pessoas, plantas, instituições, animais, o oxigênio -. Tudo aquilo que não sou eu é meu próximo.

Existem compromissos materiais assumidos na encarnação que, certamente,
devem ser cumpridos, como o trabalho com que se ganha o pão, os afazeres
sociais e familiares, etc. Ainda assim, é importante lembrar que o trabalho
do Cristo acontece em cada momento vivido, em cada respiração.

O tempo urge e devemos nos dedicar com mais afinco às coisas do Espírito.
A vida, que é pródiga de bênçãos, reclama de nós trabalho ativo e espírito
de sacrifício. Se cada um dá o que pode, e não há julgamento nisso, deve-se
também pensar no momento em que deverá aumentar sua cota de esforço
pessoal a bem da humanidade.

Disse-nos o Cristo que a porta era estreita. Não nos prometeu Ele, o Mestre
Amado, o Reino dos Céus num mar de facilidades. Disse inclusive que mais
fácil seria um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico
entrar no Reino dos Céus e não está o querido Irmão, aqui, condenando a riqueza, que muita utilidade tem se souber ser utilizada, mas refere-se, justamente, ao processo que nos levam o excesso de comodidades, fazendo-
nos esquecer do real valor da vida.

Amigos, qual é afinal o objetivo maior de estarmos aqui? Também isso,
Jesus deixou claro: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo,
primeiro como a nós mesmos e, mais tarde, aprofundando o significado,
amando-nos uns aos outros como Ele nos amou. Disse ainda: Nisto se resumem todas as leis e todos os profetas.

Mas para exercitarmos esse amor é fundamental que nos preparemos em
serviço ativo e dignificante no Bem.

Somos mais fortes quando acostumados aos labores cristãos e nos sentimos,
com isso, verdadeiramente felizes e regozijados com as benesses recebidas
pelo Amor do Cristo, que nos preenche por inteiro.

Muita paz a todos os corações e que a Luz do Mestre seja com todos nós.

Prontidão

Estar de prontidão é estar a postos quando o serviço chamar. Somos
requisitados todo o tempo para trabalhar na Obra do Cristo e, no entanto,
as recusas são constantes a pretexto de não se estar pronto. Quem deseja
servir, apenas serve. Aprendizado decorre do tempo de serviço. Não pode
haver aprendizado sem trabalho. Muitas vezes, o candidato ao serviço de
Jesus pensa que deve frequentar as cátedras dos cursos e ensinamentos
teóricos por muitos e muitos anos, mas na prática desconhece o valor do
serviço.


Não quero com isso dizer que não devamos nos instruir. Ao contrário, é
importantíssimo adquirir conhecimento. No entanto, o mesmo não pode vir
sem a prática no Bem. Essa prática é o que fará com que consolidemos tudo
o que foi aprendido no banco escolar das nossas casas espíritas.


Vejamos um exemplo: Imaginemos um aluno na escola. Ele apenas estuda.
Passa anos a fio colhendo informações e conhecimentos que, só mais tarde,
ao ingressar as academias do ensino superior, quase ao fim do curso, iniciará
o período de estágios que toda carreira demanda. Pensemos, porém, que um
aluno em tenra idade, meninote pelos sete ou oito anos, ao ter uma aula de
matemática tivesse que ajudar na cozinha da escola ou da própria residência
como tarefa de casa. Ali, ele aprenderia, certamente, muito mais do que a
assimilação dos conteúdos pedagógicos, mas aprenderia o valor do serviço.
Normalmente, há uma desvalorização do trabalho em prol unicamente do
estudo, quando ambos deveriam caminhar juntos.


Não somos mais que aprendizes, todos nós. Não há nada que nos diferencie e
neste comenos não é possível deixar de fora o trabalho, que é o que
verdadeiramente irá nos enobrecer a alma a pouco e pouco. Cada um dando
aquilo que consegue, mas que nenhum de nós se coloque na posição de apenas
receber, pois que arcaremos com duras reprimendas posteriores, advindas
da nossa própria consciência.


O trabalho é divino. Portanto, se pretendemos caminhar para a angelitude,
que é o fim último antes da grande volta, só o conseguiremos pelo incessante
trabalho no Bem.
Estejamos de prontidão.
Muita luz!

Curar-se

A cura, o restabelecimento da saúde que foi perdida, é algo amplamente
buscado por todos. A cura é orgânica, psíquica, emocional, espiritual.
Podemos falar até em cura planetária, cura cósmica.


No entanto, para se falar em cura é necessário saber o que é saúde, como a
perdemos e qual sua real importância para nós e para o todo. Saúde é um
conjunto que englobará todo o nosso bem-estar biopsicosocioemocional e
espiritual. Se qualquer desses aspectos se desorganizar, automaticamente,
todo o resto se compromete. Isso é o que podemos também chamar de
processo de somatização. Importante ressaltar que quando o corpo físico
adoece, outro componente da nossa formação adoeceu primeiro, sendo nosso
invólucro carnal a última etapa desse adoecimento. Se perguntarem,
digamos, como seria isso possível quando ocorre uma “fatalidade”, um
acidente, por exemplo, onde, aparentemente, o corpo sofreu antes do
restante que nos forma, respondo que até mesmo o que chamamos
“fatalidade” tem suas causas em relações de afinidade magnética e
vibratória. Assim, a “fatalidade” não existe. Quando esta ocorre, o corpo
sutil já estava vibratoriamente comprometido.


Trabalhar a mente, o psiquismo, as emoções, é fundamental e imperioso. É o
único caminho que fará com que recuperemos a saúde integral, conquanto
isso, ainda não seja para tão breve.
Precisamos com urgência rever nossos valores, nos posicionarmos de forma
mais positiva em relação à vida, trabalharmos com afinco na solução dos
problemas que nos cercam com clareza e assertividade.


Muitas vezes clamamos pela cura. Mas queremos, de fato, nos curar?
Cura não é milagre. Cura é trabalho e proatividade, é tornar-se sujeito da
sua existência e é o sujeito quem comete a ação. O sujeito é quem detém o
poder do que vem após ele.


Precisamos trabalhar pela cura do Planeta. Nosso mundo está impregnado
pela psicosfera do nosso pensamento adoecido. Precisamos curar esse
padrão mental. Nós causamos não só a poluição física, orgânica, visível aos
olhos, mas causamos também a poluição psíquica. A Terra está repleta de
nossas manifestações egoístas e doentes.

Uma pessoa não é capaz de mudar o mundo, dizem. Esse paradigma, posso
dizer, não é verdadeiro. Cada um de nós é um mundo, um universo em
particular, um universo que contagiará a todos ao seu redor.
Grandes ações começam com pequenos grupos. Nenhum grande homem
nasceu formado em suas capacidades. Ao contrário, forjou seu caráter ao
longo da jornada.


Arregaçar as mangas e trabalhar pela cura do corpo físico, espiritual e
cósmico.


O todo depende da parte como a parte é, também, codependente do todo.
Vibremos paz e harmonia pelo Planeta. Que reservemos um horário para
trabalhar em prol da nossa saúde mental, com exercícios de meditação,
relaxamento, orações ou as práticas que melhor convierem, de acordo com
as crenças e hábitos de cada um. Mas que seja rotina, que seja compromisso
consigo mesmo. Com o tempo, amplie essas vibrações mundo afora, convide
pessoas, criem grupos e conversem só de amor. Verão como é gratificante.
Somos pouco mais que uma gota no oceano, mas que sejamos a gota de água
limpa e cristalina a refletir a divindade que existe em cada um.


Que o sol nos ilumine a todos e bênçãos recaiam sobre o Planeta agora e
sempre.

Um trabalhador

Bula e Evangelho

Assim como ao nascermos somos considerados um presente de Deus por àqueles que escolhemos para serem nossos pais , também desse mesmo Deus recebemos o presente da reencarnação que nos foi concedida para que tenhamos a oportunidade de evoluir através da reparação dos nosso débitos em vidas passadas.

Esse presente tão especial – a reencarnação, vem com determinado prazo de validade estipulado e certificado de garantia, que está na dependência de como é utilizado para melhor entendimento do que se refere ao prazo de validade e certificado de garantia devemos estabelecer uma comparação entre a bula que acompanha todo medicamento que se destina à cura das mazelas da matéria e o Evangelho que reúne os ensinamentos de Jesus que vão nos auxiliar na cura das mazelas espirituais.

A bula que acompanha os medicamentos estabelece as recomendações imprescindíveis para garantir a eficácia do tratamento para o corpo físico, enquanto que o Evangelho dita os ensinamentos de Jesus para que o presente da reencarnação atinja a sua eficácia, permitindo que o processo evolutivo seja progressivo e permanente.

É o maior ou menor grau de obediência tanto à bula como aos ensinamentos do Evangelho que vão contribuir para reduzir ou dilatar o prazo de permanência da vida no Planeta.

Como zelar para que o presente da reencarnação seja aproveitado de forma eficaz vai depender do grau de evolução que cada ser humano já tenha adquirido , uma vez que, somente a ele cabe essa responsabilidade.

Como é de hábito sempre que somos presenteados, agradecer pelo presente recebido, só nos cabe demonstrar ao PAI MISERICORDIOSO nossa gratidão através do empenho e do esforço para nos deixar guiar pelos seus ensinamentos.

Desapego

O DESAPEGO, como quaisquer outros vícios do ser encarnado em busca de evolução, exige muita perseverança e persistência para criar raízes na consciência de que aos poucos precisa ser combatido para que possa contribuir para que a evolução se torne um processo mais eficiente e mais ágil ou menos lento e menos doloroso.

O desapego como uma exigência, um pré-requisito para a elevação do Espírito não se restringe ao desapego de objetos de valor material, mas ao desapego de sentimentos que se relacionam com outros vícios próprios do ser humano como o egoísmo.

O desapego pouco a pouco quando praticado no ambiente das relações humanas torna-as mais saudáveis e pode reduzir, até mesmo, a incidência de graves incidentes geralmente associados ao sentimento de posse.

O desapego pode ser treinado, pode ser exercitado na rotina do dia a dia quando, por exemplo, perdemos um bem material ao qual estimávamos com um certo grau de afetividade e aceitamos com resignação essa perda.

É comum a reação de descontentamento quando somos (nos vemos) obrigados a abrir mão em favor de outrem apenas por um certo apelo à consciência do conhecimento da Doutrina que já dominamos.

A prova mais contundente de que ainda não superamos o vício do desapego é a reação diante do desencarne de um ente querido.

O sofrimento é tão intenso que põe por terra o pouco que entendíamos já dominar sobre esse vício.

Vencer, abolir, exterminar quaisquer dessas mazelas da alma é com certeza uma prova que se assemelha a de conquistar uma virtude, até por que, a luta do bem contra o mal requer além da persistência e da perseverança, um grau de paciência que são virtudes ou sejam qualidades no ser humano que, também, se encontram em fase de aprimoramento, de conquista.

Eis o impasse!

Se o desapego exige virtudes que ainda carecem de ser conquistadas, como praticá-lo?

Esbarramos na necessidade de reforma íntima, outro processo por si só, também de difícil conquista por exigir um somatório de outras conquistas para que se realize.

Só o tempo e o nosso empenho vão permitir que o processo evolutivo se processe.

Reforma interior

Transformar sentimentos, iluminar pensamentos. Somos, nessa hora, convidados à mudança de postura. As atitudes diante de todas as circunstâncias da vida devem ser movidas pelo sentimento mais nobre que possuímos para que caminhemos rumo ao amor.

Que tipos de amor já conseguimos sentir? Que tipos de afeto conseguimos doar? Refletir acerca disso constitui tarefa importante para que melhoremos sempre a qualidade dos sentimentos que emitimos.

Se estamos todos destinados ao amor e se, em humanidade, somos todos irmãos, se faz preciso esse reconhecimento do outro em nós para que entreguemos ao outro o que gostaríamos de receber. Pensar no meu próximo como parte integrante de mim, me aproxima dele. Dessa maneira, só farei a ele o que gostaria que me fosse feito.

Ó, irmãos, a Lei é tão simples! Simples porque caminha em linha reta. O caminho tortuoso, esse, nós o fazemos.

Sigamos, desde já, pensando no bem para que o bem suceda em nossa vida.

A mensagem de Jesus foi de Amor; todos os seus ensinamentos se resumem no Amor. Então, amemos, amemos muito a todos os seres existentes e que podemos conceber.

Que a luz excelsa do Nosso Pai de Amor seja com todos.

Um amigo.

Mensagem aos corações

Que a luz de Maria esteja com todos vós neste momento!

Só o amor transforma e salva as almas que se transviaram no caminho, só o amor, bem o sabeis.

Na impossibilidade do amor puro que ainda não somos capazes de sentir, abramos a janela da compreensão, da tolerância e do silêncio. Todos somos ainda tão necessitados, como cobrar do outro aquilo que, por hora, não somos capazes de realizar em nós.

O lar é a escola santa da reparação e, também, do repouso necessário à vida que continua sempre. É nele que teremos que reajustar todas as nossas imperfeições. Só nele compreenderemos o verdadeiro sentido do entendimento e da paciência. É sabido que lares há em desalinho e perturbação e, justamente, nesses mais se faz necessário o trabalho redentor. O labor da Regeneração que começa no íntimo de cada um tem sua primeira manifestação externa no lar e essa mudança de atitude deve acontecer com segurança e harmonia, de forma a dar cabal cumprimento à tarefa que nos foi confiada. Ademais, caso consigamos a estruturação desse lar, esse nos servirá de abençoado repouso ao corpo e à mente cansados após cada dia nas refregas vividas.

Não procuremos no outro a causa do problema, não apontemos o dedo de maneira a se fazer perceber a corrigenda sem carinho. Vamos juntos, cooperando na restauração dos erros. Se os diletos entes que nos cercam têm problemas, muito mais nós os temos, por não conseguir entendê-los. Tratemos de olhar para dentro, percebendo as imperfeições que nos dominam; corrijamos em nós a falha que vemos no outro e o outro será aos nossos olhos apenas companheiro de jornada, ao qual nos cabe orientar e socorrer.

A lição é individual e, também, coletiva, já que não há ser isento de família, ainda que não resida momentaneamente acompanhado independente da razão.

A compreensão e o exercício do amor é para todos e em todos os momentos da vida.

Que a paz habite os vossos corações!

Volta ao Pai

Sofrer neste mundo é a morte

Pensam os viajores

Não sabem como têm sorte

Ao poder curar seus amargores

Somos todos precisados

De um pedaço de pão

Estamos todos igualados

Num mar de defecção

Mas Deus que é soberano

Nada de mal vê nisto

E sigamos confiando

Andando de braços com Cristo

Um dia meu Pai me disse

Nenhuma ovelha se perderá

Não quisera que eu partisse

E eu pra Ele vou voltar

Quem quiser pode vir junto

Só tem que trabalhar

Tem lugar pra todo mundo

Basta orar e vigiar

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