Servidores de Jesus

Grupo Espírita em Niterói-RJ

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A imaginação, a caridade e a mediunidade

É pela ordem mental, além da perispiritual, que muitos de nós, espíritos, nos apresentamos para a jornada na Terra de esclarecimentos e desenvolvimento do ser humano rumo a Deus.

É preciso compreender que a mediunidade cristã se desenvolve por dois aspectos fundamentais: a mente e a caridade.

A mente, com sua constituição imagética e simbólica, é uma via fértil para a canalização dos nossos pensamentos, os dos espíritos, em comunicação com o plano terreno. É na imagem mental que muitas vezes encontramos pontos de conexão para a abertura da mediunidade. Portanto não se enganem se, às vezes, de uma imaginação humana, nasce a chama da comunicação mediúnica. Algumas vezes ela é uma chave da conexão que liga o perispírito do médium com o perispírito do comunicante, mutuamente. Este é um tema de necessário aprofundamento, tanto no campo da Psicologia quanto do Espiritismo.

Por fim, a caridade, elo sublime que faz com que o perispírito do médium se dilua com o aparelho mental do comunicante para que se formalize o pensamento a ser transmitido na via do bem. O médium, imbuído do sentimento de caridade, é um caminho aberto para a espiritualidade Cristã que ajuda a desenvolver o aparelho mediúnico tão somente com o objetivo de fortalecer a mensagem do Cristo no coração humano terrestre, qual seja, o amor ao próximo, única verdadeira máxima universal que permite a ligação do espírito terreno com o espírito divino, na direção da libertação espiritual verdadeira.

Continuemos.

O pensamento do homem

No pensamento do homem reside o seu mais vero viver. Esse, senão visto pelas vestes da carne, visto é pelos véus do espírito. Entendamos o quão valor possui o nosso pensar em nossa condição de saúde espiritual e, por conseguinte, física.

Feliz é o homem que com o seu pensar atento caminha, examinando-se continuamente diante dos desígnios divinos. E se as vãs aparências muito levam a crer que aquele homem cercado de ventura sempre estará, sem que seus pensares livres estejam, suas próprias lágrimas o denunciarão publicamente. Pois, aos olhos do Pai, nada escapa.

E antes de nos queixarmos e rogarmos misericórdia ao Pai perante nossas dores, que traduzidas são por nossas lágrimas em dias de aflição, sejamos sinceros e verdadeiros para conosco mesmos: sejamos, de fato, o Evangelho, a cada segundo de nosso existir.

Pois, quando assim formos, estaremos bem resguardados ao lado do Altíssimo em sua celestial morada.

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