Servidores de Jesus

Grupo Espírita em Niterói-RJ

Categoria: Mensagens psicografadas (page 1 of 8)

Para Ubaldi

Na solitude da missão
Guiado pela divina mão

Abraçado à voz maior
Que esteve sempre ao seu redor

Mas nada disso importa
Quando estamos na retorta

Avançando em linha reta
O evangelho é a meta
Que se deve alcançar
Para o futuro ver chegar

Esteve no apostolado
Esteve homem e doutor
Hoje aureolado
Por sua obra de amor

Unindo ciência e criação
Nos mostrando o caminho
Nas espirais da evolução

Por isso, nós devemos
Respeito e dignidade
A quem sempre nos honrou
Como Pedro, Pietro ou Frade

Natureza

A música da natureza é de beleza universal. Nos encanta a leveza, que sem
aspereza, afasta todo o mal. Consciências em formação, orientadas no
caminho para a Regeneração. Porque na dança da vida, linda, tão colorida, o objetivo é a perfeição.

Pródigos que somos, em todas as direções, tentando achar o rumo dos nossos corações.

Tanta riqueza assim, não poderia perecer, porque estamos na busca sem fim de um novo amanhecer.

Formamos a grande família dessa enorme constelação, onde o fraco que ora espera, encontrará amanhã a redenção.

Um alerta, no entanto, vos faço: não esqueçam nenhum ser.
Para que não venha, mais tarde, pela dor se arrepender.

Se a bonita melodia que insiste em tocar ecoa em nosso ser, aprenderemos com ela um dia, suas notas entoar.

Os seres aqui viventes não somos apenas nós. Junto à Natureza jamais estaremos sós.

Não é o limite o céu. Limites são meus atos, transformando o menor em réu.
Que venha o amor maior, amor incondicional. Onde todos serão amados, homem, planta e animal.

A Terra não será apenas recordação de dor, sofrimento e lutas, será também a casa da vida em comunhão.

As luzes que agora vejo, vem do Alto a me ofuscar, porque chegam como um cortejo de lindas sabiás.

Avezinhas tão sinceras, nos oferecendo a luz em forma de sinfonia,
deixando ver quão bela é a natureza em harmonia.

Irmanar-nos uns aos outros é nossa tarefa atual, para que todos juntos deixemos de vez o mal.

Saudades daquela terra em que ainda não pisei, onde o homem, a planta, o bicho, é todo mundo Rei.

Que flores de esperança rebrilhem nos corações, que sinceros despertam emoções.


Muita paz!

Transformações

Pelas suas mãos vejo o universo, onde cada um é vida e construção divina.

E temos um universo em cada um de nós.

Divina centelha que nunca irá se apagar, poderá sim, ocorrer transformações, mas desaparecer… jamais.


Trabalhar sempre

O trabalho no Grande Bem é tarefa constante e repositório incessante de bênçãos a quem, desinteressadamente, o pratica.

Comumente, temos a tendência de estratificar ou delimitar o serviço a
certas condições. Aceitamos a tarefa de forma condicional e estabelecemos
rígidos critérios particulares à sua execução: o horário, que não pode ser
antes ou após que tal ou qual, o tipo de tarefa, a quantidade de pessoas a
serem atendidas, as necessidades orgânicas, que postas em primeiro lugar, por vezes, interferem na qualidade do que se pretende realizar… Enfim, uma
série de pré-condições que afasta o trabalhador do trabalho a que fora
destinado. Isso, sem levar em conta o não ‘sentir-se preparado’ para atuar
na lavoura do Senhor.

No entanto, o chamamento é para o trabalho que não cessa, porque o mundo
está em constante movimento. A vida não para nunca e nós, como tripulantes
dessa nave, não podemos, igualmente, parar.

Talvez soe inglória a tarefa, talvez assuste a alguns, mas a ideia passa longe
disto. O chamado é para um despertar de consciências, para que pensemos,
cada um, o quanto conseguimos doar de nós em favor do próximo, sabendo
que próximo é todo aquele que não seja a nós próprios – pessoas, plantas, instituições, animais, o oxigênio -. Tudo aquilo que não sou eu é meu próximo.

Existem compromissos materiais assumidos na encarnação que, certamente,
devem ser cumpridos, como o trabalho com que se ganha o pão, os afazeres
sociais e familiares, etc. Ainda assim, é importante lembrar que o trabalho
do Cristo acontece em cada momento vivido, em cada respiração.

O tempo urge e devemos nos dedicar com mais afinco às coisas do Espírito.
A vida, que é pródiga de bênçãos, reclama de nós trabalho ativo e espírito
de sacrifício. Se cada um dá o que pode, e não há julgamento nisso, deve-se
também pensar no momento em que deverá aumentar sua cota de esforço
pessoal a bem da humanidade.

Disse-nos o Cristo que a porta era estreita. Não nos prometeu Ele, o Mestre
Amado, o Reino dos Céus num mar de facilidades. Disse inclusive que mais
fácil seria um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico
entrar no Reino dos Céus e não está o querido Irmão, aqui, condenando a riqueza, que muita utilidade tem se souber ser utilizada, mas refere-se, justamente, ao processo que nos levam o excesso de comodidades, fazendo-
nos esquecer do real valor da vida.

Amigos, qual é afinal o objetivo maior de estarmos aqui? Também isso,
Jesus deixou claro: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo,
primeiro como a nós mesmos e, mais tarde, aprofundando o significado,
amando-nos uns aos outros como Ele nos amou. Disse ainda: Nisto se resumem todas as leis e todos os profetas.

Mas para exercitarmos esse amor é fundamental que nos preparemos em
serviço ativo e dignificante no Bem.

Somos mais fortes quando acostumados aos labores cristãos e nos sentimos,
com isso, verdadeiramente felizes e regozijados com as benesses recebidas
pelo Amor do Cristo, que nos preenche por inteiro.

Muita paz a todos os corações e que a Luz do Mestre seja com todos nós.

Animais

Animais, seres em construção
E nós? Apenas seus irmãos
Se na dor, todos somos iguais
Por que, então, maltratar os animais?

A natureza é perfeita
Sendo obra de Deus
E porque, não se respeita
Todos os filhos seus?
Sofre o bicho, sofre o homem

Sofre Jesus, Nosso Senhor
Ao ver que se consomem
Esquecendo-se do amor

É necessário aprender
A cuidar, honrar e amar
Para nunca ver sofrer
O boi, o cão, o muar

A tarefa é de todos
Sem nenhuma exceção
Para vivermos celestes gozos
No mundo da Regeneração


Um amigo em Cristo

Alegrai-vos

Alegrai-vos porque a Boa Nova chegou.

Alegrai-vos porque o Mestre voltou.

Alegrai-vos porque o Reino de Deus está próximo.

Mas, no entanto, onde a alegria que devia reinar nos rostos e corações, onde
a felicidade do encontro com o Mestre bem-amado?

Pois que a trave contida em vossos olhos vos impedis de enxergar o que há
dois mil anos está posto.

A Boa Nova, o Evangelho de Jesus, que não foi escrito por suas augustas
mãos, mas sim pelas dos evangelistas operosos, pois que o Mestre não
necessitava ditar uma linha sequer, permanece hoje, ecoando em nossos
corações, mas também no papel àqueles que precisam tocá-lo, esperando
para ser vivido por vós, posto em prática e anunciado a toda gente.

Mestre voltou, porque hoje sabemos que Ele habita em cada um e que, na
verdade, nunca fora embora. Apenas a carne já não vive. E se o temos como
irmão e guia porque dispensamos a Ele e a nós mesmos tratamento
distanciado, como se fora Jesus, um ser que habita uma esfera longínqua e
não conhece nossas aflições e até alegrias? Sim, porque nas aflições, não
cremos que Ele nos aliviará e nas alegrias, nos esquecemos de agradecer.
Entretanto, Sua presença é constante, perene em nossas vidas.

O Reino de Deus está próximo, porque essa viagem é interior, já que está
dentro de nós. O Reino de Deus não é um lugar distante para onde teremos
que rumar a passos incertos, mas é o lugar, onde no fundo do nosso coração,
Jesus nos encaminhará para enxergarmos e aprendermos a vivenciar a
pureza e grandeza desse Universo de amor.

Contudo, o que vemos, muitas vezes, são as bocas a falarem do Evangelho do
Cristo e seu Reino de paz, sem, todavia, entronizar as palavras ao campo
íntimo, fazendo ver o sentimento que deve nos mover é o da suprema
alegria. Alegria por conhecermos o Mestre e as boas notícias que Dele vêm,
porque a pureza de Seu Espírito e notícias boas, só podem ser, em qualquer
canto da galáxia, motivo de alegria e glória.

Glória a Deus hoje e sempre com o amor a transbordar de todos os
corações.

Rolinhas, cotovias, pardais
Brincam no céu de anil
Sem desesperar jamais

Filhos de Deus que somos
De que temos medo, afinal?
Nos sentindo desprotegidos
Tentando vencer o mal

Jesus bem que falou
Não temereis mal algum
Foi Ele quem nos tutelou
E no Mestre somos Um
Olhai os lírios do campo

Olhai as aves do céu
Confiando no doce encanto
Deste filho de Israel

O caminho é florido
Quem será que consegue ver?
Desses filhos aguerridos
Que hão de aqui permanecer

Aos irmãos desejo paz
Do fundo do coração
Para que creiam sempre mais
Em Jesus, nosso Mestre e Irmão

Buscar Jesus

Quantas voltas cabem no vento?
Quanta amargura cabe na dor?
Quantas horas cabem no tempo?
Que espera o retorno do amor?

A vida é tão passageira
Mas às vezes se faz mais lenta
Cheia de alegrias, tão prazenteira
Mas também tem suas arengas

Precisamos aprender
A sorrir, a dançar, a cantar
Não é preciso sofrer
Para o céu alcançar

Precisa dedicação
Esforço e trabalho
Não é com descanso, não
E nessa estrada não tem atalho

Somos todos tarefeiros
Estamos em busca de luz
Caminhando sobranceiros
Para encontrar Jesus

Nova Era

Aos amigos de jornada,


Novos tempos se iniciam no coração dos homens. Nada é sem razão de ser,
disso bem o sabeis e a palavra de ordem é confiança. Jesus, o meigo amigo
de todas as horas, é nosso perene amparador. Somos tutelados seus desde a
primeira hora. Pois bem, hoje, quando muitas horas já se contaram no seio
do universo que nos abriga queremos desmerecer ou desacreditar a tutela
de tão nobre irmão?!


Seremos sempre os filhos amados, mas não só nós, todos os que habitam
esse orbe que nos serve de casa, os que sofrem, os que choram, mas
também, e, principalmente, os que fazem sofrer, os que fazem chorar.
Diante da desgraça, ora! Perante as crueldades praticadas, pede ao Senhor
da Vida misericórdia para tantos quantos ainda estejam em tão duros erros
e profundas amarguras.


Quem sofre merece a nossa compaixão, mas aquele que causa o sofrimento é
credor de nossas orações mais sentidas porque a dor dele é muito maior.
Aquele que provoca o sofrimento tem dentro dele uma dor tão grande, tão
grande, que só o que sai dele é dor. Pensemos que só externamos o que
possuímos. Pois se alguém coloca para fora de si o azedume da maldade que
ainda a caracteriza é porque dentro dela há uma dor precisando ser tratada.
O remédio, portanto, mais eficaz para essa cura é o amor. Somente através
da terapia do amor, curaremos as dores do Planeta, as nossas e as de
outrem em planos menores, dando início a uma nova era.


Imagine se cada um de nós, que já consegue dar algo de si, adotasse como
prática, a tutela de algumas pessoas ou seres a quem pudesse doar amor! A
pessoas difíceis, as quais tantas vezes se prefere a distância, praticar o
amor somente. Em não muito tempo seria uma grande corrente: cada um
tutelando alguns e todos em vibração amorosa pelos seres da Terra. Disso
resultaria uma mudança considerável, alterando as condições do Planeta, que
seria mais leve, mais propício a esse momento que se aproxima.
No dia de hoje, desejo a todos muito amor.


Que Jesus nos abençoe!

Um amigo

Prontidão

Estar de prontidão é estar a postos quando o serviço chamar. Somos
requisitados todo o tempo para trabalhar na Obra do Cristo e, no entanto,
as recusas são constantes a pretexto de não se estar pronto. Quem deseja
servir, apenas serve. Aprendizado decorre do tempo de serviço. Não pode
haver aprendizado sem trabalho. Muitas vezes, o candidato ao serviço de
Jesus pensa que deve frequentar as cátedras dos cursos e ensinamentos
teóricos por muitos e muitos anos, mas na prática desconhece o valor do
serviço.


Não quero com isso dizer que não devamos nos instruir. Ao contrário, é
importantíssimo adquirir conhecimento. No entanto, o mesmo não pode vir
sem a prática no Bem. Essa prática é o que fará com que consolidemos tudo
o que foi aprendido no banco escolar das nossas casas espíritas.


Vejamos um exemplo: Imaginemos um aluno na escola. Ele apenas estuda.
Passa anos a fio colhendo informações e conhecimentos que, só mais tarde,
ao ingressar as academias do ensino superior, quase ao fim do curso, iniciará
o período de estágios que toda carreira demanda. Pensemos, porém, que um
aluno em tenra idade, meninote pelos sete ou oito anos, ao ter uma aula de
matemática tivesse que ajudar na cozinha da escola ou da própria residência
como tarefa de casa. Ali, ele aprenderia, certamente, muito mais do que a
assimilação dos conteúdos pedagógicos, mas aprenderia o valor do serviço.
Normalmente, há uma desvalorização do trabalho em prol unicamente do
estudo, quando ambos deveriam caminhar juntos.


Não somos mais que aprendizes, todos nós. Não há nada que nos diferencie e
neste comenos não é possível deixar de fora o trabalho, que é o que
verdadeiramente irá nos enobrecer a alma a pouco e pouco. Cada um dando
aquilo que consegue, mas que nenhum de nós se coloque na posição de apenas
receber, pois que arcaremos com duras reprimendas posteriores, advindas
da nossa própria consciência.


O trabalho é divino. Portanto, se pretendemos caminhar para a angelitude,
que é o fim último antes da grande volta, só o conseguiremos pelo incessante
trabalho no Bem.
Estejamos de prontidão.
Muita luz!

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