Servidores de Jesus

Grupo Espírita em Niterói-RJ

Autor: GESJ (page 1 of 9)

Alegrai-vos

Alegrai-vos porque a Boa Nova chegou.

Alegrai-vos porque o Mestre voltou.

Alegrai-vos porque o Reino de Deus está próximo.

Mas, no entanto, onde a alegria que devia reinar nos rostos e corações, onde
a felicidade do encontro com o Mestre bem-amado?

Pois que a trave contida em vossos olhos vos impedis de enxergar o que há
dois mil anos está posto.

A Boa Nova, o Evangelho de Jesus, que não foi escrito por suas augustas
mãos, mas sim pelas dos evangelistas operosos, pois que o Mestre não
necessitava ditar uma linha sequer, permanece hoje, ecoando em nossos
corações, mas também no papel àqueles que precisam tocá-lo, esperando
para ser vivido por vós, posto em prática e anunciado a toda gente.

Mestre voltou, porque hoje sabemos que Ele habita em cada um e que, na
verdade, nunca fora embora. Apenas a carne já não vive. E se o temos como
irmão e guia porque dispensamos a Ele e a nós mesmos tratamento
distanciado, como se fora Jesus, um ser que habita uma esfera longínqua e
não conhece nossas aflições e até alegrias? Sim, porque nas aflições, não
cremos que Ele nos aliviará e nas alegrias, nos esquecemos de agradecer.
Entretanto, Sua presença é constante, perene em nossas vidas.

O Reino de Deus está próximo, porque essa viagem é interior, já que está
dentro de nós. O Reino de Deus não é um lugar distante para onde teremos
que rumar a passos incertos, mas é o lugar, onde no fundo do nosso coração,
Jesus nos encaminhará para enxergarmos e aprendermos a vivenciar a
pureza e grandeza desse Universo de amor.

Contudo, o que vemos, muitas vezes, são as bocas a falarem do Evangelho do
Cristo e seu Reino de paz, sem, todavia, entronizar as palavras ao campo
íntimo, fazendo ver o sentimento que deve nos mover é o da suprema
alegria. Alegria por conhecermos o Mestre e as boas notícias que Dele vêm,
porque a pureza de Seu Espírito e notícias boas, só podem ser, em qualquer
canto da galáxia, motivo de alegria e glória.

Glória a Deus hoje e sempre com o amor a transbordar de todos os
corações.

Rolinhas, cotovias, pardais
Brincam no céu de anil
Sem desesperar jamais

Filhos de Deus que somos
De que temos medo, afinal?
Nos sentindo desprotegidos
Tentando vencer o mal

Jesus bem que falou
Não temereis mal algum
Foi Ele quem nos tutelou
E no Mestre somos Um
Olhai os lírios do campo

Olhai as aves do céu
Confiando no doce encanto
Deste filho de Israel

O caminho é florido
Quem será que consegue ver?
Desses filhos aguerridos
Que hão de aqui permanecer

Aos irmãos desejo paz
Do fundo do coração
Para que creiam sempre mais
Em Jesus, nosso Mestre e Irmão

Buscar Jesus

Quantas voltas cabem no vento?
Quanta amargura cabe na dor?
Quantas horas cabem no tempo?
Que espera o retorno do amor?

A vida é tão passageira
Mas às vezes se faz mais lenta
Cheia de alegrias, tão prazenteira
Mas também tem suas arengas

Precisamos aprender
A sorrir, a dançar, a cantar
Não é preciso sofrer
Para o céu alcançar

Precisa dedicação
Esforço e trabalho
Não é com descanso, não
E nessa estrada não tem atalho

Somos todos tarefeiros
Estamos em busca de luz
Caminhando sobranceiros
Para encontrar Jesus

Veja a palestra: “Atualidades da Parábola do Filho Pródigo”

Por Sebastião Geraldo de Oliveira

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Nova Era

Aos amigos de jornada,


Novos tempos se iniciam no coração dos homens. Nada é sem razão de ser,
disso bem o sabeis e a palavra de ordem é confiança. Jesus, o meigo amigo
de todas as horas, é nosso perene amparador. Somos tutelados seus desde a
primeira hora. Pois bem, hoje, quando muitas horas já se contaram no seio
do universo que nos abriga queremos desmerecer ou desacreditar a tutela
de tão nobre irmão?!


Seremos sempre os filhos amados, mas não só nós, todos os que habitam
esse orbe que nos serve de casa, os que sofrem, os que choram, mas
também, e, principalmente, os que fazem sofrer, os que fazem chorar.
Diante da desgraça, ora! Perante as crueldades praticadas, pede ao Senhor
da Vida misericórdia para tantos quantos ainda estejam em tão duros erros
e profundas amarguras.


Quem sofre merece a nossa compaixão, mas aquele que causa o sofrimento é
credor de nossas orações mais sentidas porque a dor dele é muito maior.
Aquele que provoca o sofrimento tem dentro dele uma dor tão grande, tão
grande, que só o que sai dele é dor. Pensemos que só externamos o que
possuímos. Pois se alguém coloca para fora de si o azedume da maldade que
ainda a caracteriza é porque dentro dela há uma dor precisando ser tratada.
O remédio, portanto, mais eficaz para essa cura é o amor. Somente através
da terapia do amor, curaremos as dores do Planeta, as nossas e as de
outrem em planos menores, dando início a uma nova era.


Imagine se cada um de nós, que já consegue dar algo de si, adotasse como
prática, a tutela de algumas pessoas ou seres a quem pudesse doar amor! A
pessoas difíceis, as quais tantas vezes se prefere a distância, praticar o
amor somente. Em não muito tempo seria uma grande corrente: cada um
tutelando alguns e todos em vibração amorosa pelos seres da Terra. Disso
resultaria uma mudança considerável, alterando as condições do Planeta, que
seria mais leve, mais propício a esse momento que se aproxima.
No dia de hoje, desejo a todos muito amor.


Que Jesus nos abençoe!

Um amigo

Atividades de 2018 encerradas

Irmãs e irmãos,


Encerramos dia 21/12 as nossas atividades de 2018. E neste sábado (22/12) teremos uma confraternização de encerramento, às 18h.


Todos estão convidados!


Retornaremos no dia 02/01/2019.

Que o Divino Amigo Jesus encontre em nosso coração uma manjedoura simples, onde Ele possa renascer.

Feliz natal e ano novo!

Prontidão

Estar de prontidão é estar a postos quando o serviço chamar. Somos
requisitados todo o tempo para trabalhar na Obra do Cristo e, no entanto,
as recusas são constantes a pretexto de não se estar pronto. Quem deseja
servir, apenas serve. Aprendizado decorre do tempo de serviço. Não pode
haver aprendizado sem trabalho. Muitas vezes, o candidato ao serviço de
Jesus pensa que deve frequentar as cátedras dos cursos e ensinamentos
teóricos por muitos e muitos anos, mas na prática desconhece o valor do
serviço.


Não quero com isso dizer que não devamos nos instruir. Ao contrário, é
importantíssimo adquirir conhecimento. No entanto, o mesmo não pode vir
sem a prática no Bem. Essa prática é o que fará com que consolidemos tudo
o que foi aprendido no banco escolar das nossas casas espíritas.


Vejamos um exemplo: Imaginemos um aluno na escola. Ele apenas estuda.
Passa anos a fio colhendo informações e conhecimentos que, só mais tarde,
ao ingressar as academias do ensino superior, quase ao fim do curso, iniciará
o período de estágios que toda carreira demanda. Pensemos, porém, que um
aluno em tenra idade, meninote pelos sete ou oito anos, ao ter uma aula de
matemática tivesse que ajudar na cozinha da escola ou da própria residência
como tarefa de casa. Ali, ele aprenderia, certamente, muito mais do que a
assimilação dos conteúdos pedagógicos, mas aprenderia o valor do serviço.
Normalmente, há uma desvalorização do trabalho em prol unicamente do
estudo, quando ambos deveriam caminhar juntos.


Não somos mais que aprendizes, todos nós. Não há nada que nos diferencie e
neste comenos não é possível deixar de fora o trabalho, que é o que
verdadeiramente irá nos enobrecer a alma a pouco e pouco. Cada um dando
aquilo que consegue, mas que nenhum de nós se coloque na posição de apenas
receber, pois que arcaremos com duras reprimendas posteriores, advindas
da nossa própria consciência.


O trabalho é divino. Portanto, se pretendemos caminhar para a angelitude,
que é o fim último antes da grande volta, só o conseguiremos pelo incessante
trabalho no Bem.
Estejamos de prontidão.
Muita luz!

Curar-se

A cura, o restabelecimento da saúde que foi perdida, é algo amplamente
buscado por todos. A cura é orgânica, psíquica, emocional, espiritual.
Podemos falar até em cura planetária, cura cósmica.


No entanto, para se falar em cura é necessário saber o que é saúde, como a
perdemos e qual sua real importância para nós e para o todo. Saúde é um
conjunto que englobará todo o nosso bem-estar biopsicosocioemocional e
espiritual. Se qualquer desses aspectos se desorganizar, automaticamente,
todo o resto se compromete. Isso é o que podemos também chamar de
processo de somatização. Importante ressaltar que quando o corpo físico
adoece, outro componente da nossa formação adoeceu primeiro, sendo nosso
invólucro carnal a última etapa desse adoecimento. Se perguntarem,
digamos, como seria isso possível quando ocorre uma “fatalidade”, um
acidente, por exemplo, onde, aparentemente, o corpo sofreu antes do
restante que nos forma, respondo que até mesmo o que chamamos
“fatalidade” tem suas causas em relações de afinidade magnética e
vibratória. Assim, a “fatalidade” não existe. Quando esta ocorre, o corpo
sutil já estava vibratoriamente comprometido.


Trabalhar a mente, o psiquismo, as emoções, é fundamental e imperioso. É o
único caminho que fará com que recuperemos a saúde integral, conquanto
isso, ainda não seja para tão breve.
Precisamos com urgência rever nossos valores, nos posicionarmos de forma
mais positiva em relação à vida, trabalharmos com afinco na solução dos
problemas que nos cercam com clareza e assertividade.


Muitas vezes clamamos pela cura. Mas queremos, de fato, nos curar?
Cura não é milagre. Cura é trabalho e proatividade, é tornar-se sujeito da
sua existência e é o sujeito quem comete a ação. O sujeito é quem detém o
poder do que vem após ele.


Precisamos trabalhar pela cura do Planeta. Nosso mundo está impregnado
pela psicosfera do nosso pensamento adoecido. Precisamos curar esse
padrão mental. Nós causamos não só a poluição física, orgânica, visível aos
olhos, mas causamos também a poluição psíquica. A Terra está repleta de
nossas manifestações egoístas e doentes.

Uma pessoa não é capaz de mudar o mundo, dizem. Esse paradigma, posso
dizer, não é verdadeiro. Cada um de nós é um mundo, um universo em
particular, um universo que contagiará a todos ao seu redor.
Grandes ações começam com pequenos grupos. Nenhum grande homem
nasceu formado em suas capacidades. Ao contrário, forjou seu caráter ao
longo da jornada.


Arregaçar as mangas e trabalhar pela cura do corpo físico, espiritual e
cósmico.


O todo depende da parte como a parte é, também, codependente do todo.
Vibremos paz e harmonia pelo Planeta. Que reservemos um horário para
trabalhar em prol da nossa saúde mental, com exercícios de meditação,
relaxamento, orações ou as práticas que melhor convierem, de acordo com
as crenças e hábitos de cada um. Mas que seja rotina, que seja compromisso
consigo mesmo. Com o tempo, amplie essas vibrações mundo afora, convide
pessoas, criem grupos e conversem só de amor. Verão como é gratificante.
Somos pouco mais que uma gota no oceano, mas que sejamos a gota de água
limpa e cristalina a refletir a divindade que existe em cada um.


Que o sol nos ilumine a todos e bênçãos recaiam sobre o Planeta agora e
sempre.

Um trabalhador

Bula e Evangelho

Assim como ao nascermos somos considerados um presente de Deus por àqueles que escolhemos para serem nossos pais , também desse mesmo Deus recebemos o presente da reencarnação que nos foi concedida para que tenhamos a oportunidade de evoluir através da reparação dos nosso débitos em vidas passadas.

Esse presente tão especial – a reencarnação, vem com determinado prazo de validade estipulado e certificado de garantia, que está na dependência de como é utilizado para melhor entendimento do que se refere ao prazo de validade e certificado de garantia devemos estabelecer uma comparação entre a bula que acompanha todo medicamento que se destina à cura das mazelas da matéria e o Evangelho que reúne os ensinamentos de Jesus que vão nos auxiliar na cura das mazelas espirituais.

A bula que acompanha os medicamentos estabelece as recomendações imprescindíveis para garantir a eficácia do tratamento para o corpo físico, enquanto que o Evangelho dita os ensinamentos de Jesus para que o presente da reencarnação atinja a sua eficácia, permitindo que o processo evolutivo seja progressivo e permanente.

É o maior ou menor grau de obediência tanto à bula como aos ensinamentos do Evangelho que vão contribuir para reduzir ou dilatar o prazo de permanência da vida no Planeta.

Como zelar para que o presente da reencarnação seja aproveitado de forma eficaz vai depender do grau de evolução que cada ser humano já tenha adquirido , uma vez que, somente a ele cabe essa responsabilidade.

Como é de hábito sempre que somos presenteados, agradecer pelo presente recebido, só nos cabe demonstrar ao PAI MISERICORDIOSO nossa gratidão através do empenho e do esforço para nos deixar guiar pelos seus ensinamentos.

Desapego

O DESAPEGO, como quaisquer outros vícios do ser encarnado em busca de evolução, exige muita perseverança e persistência para criar raízes na consciência de que aos poucos precisa ser combatido para que possa contribuir para que a evolução se torne um processo mais eficiente e mais ágil ou menos lento e menos doloroso.

O desapego como uma exigência, um pré-requisito para a elevação do Espírito não se restringe ao desapego de objetos de valor material, mas ao desapego de sentimentos que se relacionam com outros vícios próprios do ser humano como o egoísmo.

O desapego pouco a pouco quando praticado no ambiente das relações humanas torna-as mais saudáveis e pode reduzir, até mesmo, a incidência de graves incidentes geralmente associados ao sentimento de posse.

O desapego pode ser treinado, pode ser exercitado na rotina do dia a dia quando, por exemplo, perdemos um bem material ao qual estimávamos com um certo grau de afetividade e aceitamos com resignação essa perda.

É comum a reação de descontentamento quando somos (nos vemos) obrigados a abrir mão em favor de outrem apenas por um certo apelo à consciência do conhecimento da Doutrina que já dominamos.

A prova mais contundente de que ainda não superamos o vício do desapego é a reação diante do desencarne de um ente querido.

O sofrimento é tão intenso que põe por terra o pouco que entendíamos já dominar sobre esse vício.

Vencer, abolir, exterminar quaisquer dessas mazelas da alma é com certeza uma prova que se assemelha a de conquistar uma virtude, até por que, a luta do bem contra o mal requer além da persistência e da perseverança, um grau de paciência que são virtudes ou sejam qualidades no ser humano que, também, se encontram em fase de aprimoramento, de conquista.

Eis o impasse!

Se o desapego exige virtudes que ainda carecem de ser conquistadas, como praticá-lo?

Esbarramos na necessidade de reforma íntima, outro processo por si só, também de difícil conquista por exigir um somatório de outras conquistas para que se realize.

Só o tempo e o nosso empenho vão permitir que o processo evolutivo se processe.

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